Violonista, professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil. Doutor em Práticas Interpretativas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com tese sobre a inserção do dedo mínimo da mão direita na técnica violonística em obras dos séculos XX e XXI. Técnica violonística não usual à exceção de rasgueos utilizados na música flamenca, BARTHOLOMEU WIESE comprova em sua tese as possibilidades sonoras e criativas advindas da prática.

Participou por quase 30 anos do grupo regional de choro Galo Preto, um dos mais tradicionais em atividade no país.

No Brasil, apresentou-se com a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ e a Orquestra Jovem São Pedro de Porto Alegre. Na década de 1990 recebeu três Prêmios Sharp de música com a Orquestra de Cordas Brasileiras.

Desde 1986 tem se apresentado em países da América Latina e Europa e nos principais espaços culturais brasileiros: Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Teatro Castro Alves, Teatro Amazonas. Participou de diversos festivais como professor e concertista: o III Stúdio Ópera e Festival de Música de Câmara de Maringá, Festival Vale do Café, Festival de Inverno de Petrópolis, IV Festival Internacional de Violão da Polônia, Festival Internacional Guitarras del Mundo da Argentina. Realizou diversas master classes sobre o violão brasileiro em países da Europa.

Entre outras atividades, coordena o grupo Violões da UFRJ, com oito violonistas da instituição. O trabalho com este grupo rendeu o prêmio de Extensão Universitária (UFRJ) em 2009. Na Espanha, onde realizaram diversos concertos, o "Violões da UFRJ" lançou seu primeiro CD, em intercâmbio patrocinado pelo Ministério da Cultura.

Atualmente prepara um método complemenar de violão, em três volumes, onde desenvolve a inserção do mínimo da mão direita em obras brasileiras.